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Comerciantes de Suzano preveem melhora de vendas no Dia dos Pais

É a segunda data mais importante do comércio desde sua reabertura, ocorrida em 12 de junho

6 AGO 2020 - 13h:34 Por Daniel Marques - de Suzano
Diretor da ACE, Rodrigo Guarizo, destacou a importância desta data, mas disse que as vendas não devem ser iguais às do ano passado, justamente por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) Diretor da ACE, Rodrigo Guarizo, destacou a importância desta data, mas disse que as vendas não devem ser iguais às do ano passado, justamente por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) / Arquivo/DS
Comerciantes de Suzano estimam aumento na quantidade de vendas no Dia dos Pais - que será no próximo domingo (9) - se comparado com os últimos dias no comércio de Suzano. Essa também é a expectativa da Associação Comercial e Empresarial de Suzano (ACE).
 
É a segunda data mais importante do comércio desde sua reabertura, ocorrida em 12 de junho – Dia dos Namorados - quando houve um volume maior de vendas, mas que foi reduzindo com o passar dos dias.
 
O diretor da ACE, Rodrigo Guarizo, destacou a importância desta data, mas disse que as vendas não devem ser iguais às do ano passado, justamente por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
 
“As vendas no comércio devem aumentar, mas nada comparado ao ano passado. A gente espera uma melhora. É uma data importante do calendário. Com o faturamento negativo que todo mundo teve, a expectativa é de que essa data ajude os comerciantes”, disse o diretor.
A mesma projeção acompanha comerciantes da cidade. Sara Araújo é gerente da Atual Modas, loja de roupas masculinas que fica próxima à estação de trem da cidade. Ela conta que houve melhora nas vendas durante essa semana, mas acredita que as compras feitas pela internet podem acabar prejudicando lojas físicas.
 
“Esperamos muitas vendas. Porém, não tem como dizer que está 100% porque há variação de um dia para o outro. Desde que abrimos, essa é uma das melhores semanas, mas nem se compara ao ano passado porque as pessoas não tinham medo de sair como têm hoje. Durante a pandemia, muitas compraram pela internet e devem seguir usando essa ferramenta”, estimou.
 
“A gente espera que não caia, mas como estamos em horário reduzido, é impossível ser igual ao ano passado”, lamenta Jéssica Ferreira, gerente da Águia Shoes, loja de calçados e roupas, no Centro.
 
O grande problema é que a data, para alguns comerciantes, não é tão atrativa como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados. É o que diz Marcos Epifânio, gerente do Lojão do Brás. Mesmo com a torcida por dias melhores, o movimento no estabelecimento “está parado”, como ele mesmo definiu.
 
“Se tivesse pelo menos um ‘friozinho’, até poderia ajudar. Não é uma data que vende bastante. A melhora é pequena, quando tem. Não acho que vai ter queda (nas vendas), vai ser estável, igual ao ano passado”, disse.
 
Já para Robinson Costa, vendedor da Tirta Ferragens, que fica na Travessa Guaió, as vendas devem cair em torno de 40% em comparação com o Dia dos pais do ano passado. “Geralmente, o movimento melhora um pouco no sábado anterior, com uma procura maior por ferramentas e furadeiras. Mas se compararmos ao normal, está devagar”, lamentou.

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