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Geração de empregos

24 DEZ 2020 - 05h:00
O grande desafio de gerar empregos, sobretudo, neste período de pandemia aumentou.
Mas, os esforços das administrações - municipais, estaduais e federal - trouxeram alguns resultados. Ontem, conforme dados do governo federal, pelo quinto mês consecutivo, o número de contratações com carteira assinada superou o de demissões no Brasil. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o país criou 414.556 vagas de emprego em novembro. O número é o melhor da série histórica da pesquisa, iniciada em 1992.
Diante da sequência de dados positivos, o saldo acumulado em 2020 ficou positivo pela primeira vez e chegou a 227.025 postos de trabalho criados ao longo do ano.
O desempenho no ano foi motivado especialmente pelo programa do governo que permitiu a suspensão de contratos de trabalho e a redução de salários e jornada, medida que, segundo especialistas, evitou um número maior de demissões.
Ao avaliar os dados, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o fato dos setores de comércio e serviços, os mais atingidos pela pandemia, com 179.261 e 179.077 postos respectivamente, terem sido destaques na geração de emprego, significa o Brasil apresenta uma “retomada em V da economia”.
Na edição de hoje, o DS traz reportagem sobre os números do Alto Tietê que criou 3.815 postos de trabalho com carteira assinada em novembro deste ano. Segundo dados do Caged foram 11.716 admissões, contra 7.901 demissões durante esse período. Das dez cidades da região, apenas Salesópolis registrou salgo negativo, com oito postos de trabalho fechados.
O governo federal afirma que o “Brasil está surpreendendo o mundo”. 
Segundo o governo federal, as reformas prosseguiram, em ritmo mais lento, mas seguem acontecendo, e a economia brasileira melhorou.
Agora o desafio é tentar garantir mais vagas de trabalho nas cidades da região. O desafio será grande para os prefeitos eleitos em 2021.

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