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Preservando a memória

3 JUL 2020 - 23h:59
Geralmente o termo patrimônio histórico cultural diz respeito a tudo aquilo que é produzido, material ou ‘imaterialmente’, pela cultura de determinada sociedade que, devido à sua importância cultural e científica em geral, deve ser preservado por representar uma riqueza cultural para a comunidade e para a humanidade. Os profissionais que lidam diretamente com a identificação e preservação do patrimônio histórico cultural são historiadores da arte, antropólogos, paleontólogos, arquitetos e urbanistas, entre outros.
 
Portanto, a preservação da história é imprescindível. Ela poderá explicar o que é o futuro a partir do que aconteceu no passado.
 
Na edição de ontem, o DS trouxe reportagem sobre a entrega do Casarão da Memória Antônio Marques Figueira, em Suzano, localizado na Rua Campos Salles. Ele tem um acervo histórico e contará com visitas assim que acabar a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). 
 
Os serviços de implantação do Casarão foram finalizados e o local será aberto oficialmente após o término das medidas de isolamento social, exigidas pelos órgãos de saúde. 
 
O imóvel, localizado na Rua Campos Salles, no Centro, foi totalmente revitalizado, com um investimento de R$ 210 mil. Passou por intervenções na infraestrutura, nos pisos e nos sistemas elétrico e hidráulico, mantendo a configuração original. Também foi realizado um trabalho de cenografia, para que o visitante possa ter uma experiência de imersão sobre a história suzanense, tendo à sua disposição exposições temáticas.
 
Além disso, pode ser encontrado ainda um setor de salvaguarda documental – para preservação de documentos de interesse histórico –, uma biblioteca especializada para pesquisas e uma área de apoio ao artesanato local, o que torna o Casarão da Memória um novo espaço para o cidadão acessar bens artísticos.
 
O DS contribuiu com seu acervo. Exemplares do jornal desde 1961 agora fazem parte da composição do local.
 
O Casarão possui espaços que contam a história de Suzano, como a Sala de Imprensa, o Auditório Cine Saci, a Sala Memória Viva, a Sala Imigrantes, entre outras.
 
Ele contará com acervos e receberá doações de esculturas, quadros, registros fotográficos, livros e outros documentos de moradores da cidade.
 
Foi importante porque se conversou a arquitetura antiga, mas, ao mesmo tempo, haverá uma parte bastante moderna, como novos projetores contando a história de Suzano, biblioteca, entre outros equipamentos. 
 
Realmente, a cidade está de parabéns por manter sua história preservada.

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