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Terceira onda?

30 MAI 2021 - 05h:00

A preocupação com uma terceira onda de contaminação da Covid-19 preocupa as autoridades de saúde e deixa regiões, como a do Alto Tietê, em alerta.
Os procedimentos para conter o avanço da doença têm sido reforçados, na tentativa de barrar, sobretudo, o número de mortes. Na semana passada, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, em Brasília, que a possibilidade de uma terceira onda da pandemia de Covid-19 é uma preocupação. Frisou que o Ministério da Saúde está atento aos sinais sobre a evolução dos casos da doença.
Queiroga afirmou que o cenário pode estar ocorrendo em razão do afrouxamento de medidas de restrição à circulação de pessoas e distanciamento social ou efeito de nova variante.
A redução das medidas de contenção traz preocupação. É preciso que a população, cada vez mais, esteja conscientizada para evitar novos casos da doença e adote as recomendações.
Não há dúvida de que a possibilidade de uma terceira onda é uma preocupação. 
Segundo o ministro, outra possibilidade é a da presença de variante do novo coronavírus no País.
Na quarta-feira, o Instituto Adolfo Lutz identificou um caso da variante indiana da Covid-19, a B.1.617.2, em São Paulo. Este é o segundo caso da variante registrado no País. O primeiro foi confirmado na quinta-feira (20), no Maranhão. Segundo o ministro, a pasta está realizando o monitoramento dos casos.
O Alto Tietê entrou em alerta, logo após a confirmação desse caso da variante indiana, em São Paulo.
Nesse momento, o ministério está fazendo a vigilância genômica dos casos e que pode haver necessidade de adoção de medidas mais restritivas em regiões do País.
Além dos pregões para a compra dos insumos, a pasta também adquiriu, por meio de parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), 2,5 milhões de itens do kit.
Por outro lado, a manutenção dos leitos é importante devido a sequelas deixadas pelo vírus a longo prazo. 
O Ministério da Saúde justificou a iniciativa argumentando que deve haver, depois da pandemia, uma onda de doenças crônicas como hipertensão e diabetes. 
O ministro observou que a manutenção dos leitos também vai dar vazão para a demanda de realização de cirurgias eletivas, que estão, na sua maioria, suspensas em razão da pandemia.
Na semana passada, o ministro também foi questionado sobre a suspensão das patentes de vacinas, em discussão na Organização Mundial do Comércio (OMC). A iniciativa tem como meta permitir a aceleração da produção de imunizantes em países em desenvolvimento. No início do mês, a medida recebeu o apoio do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

 

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